Uma bailarina dança entre os corpos.
Cega, sem música
A orquestra inteira em sua cabeça, e ela dança
Uma única bailarina
Rodopia
As máscaras voam
Os rostos se revelam
Sempre girando
Os corpos, as pessoas levantam, e andam
Correm, dançam, agitam-se
E a bailarina dança
Com outra cor, todos os olhos a seguem
Os outros são borrões cinzas
Simplesmente estão ali para completar
Mas sem ela, não existem
Rodopiando
como um pião
o mundo gira
aos pés da bailarina
As cores correm
nada mais importa
Só o equilíbrio
da Bailarina
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