domingo, 22 de dezembro de 2013

22, no dia 22, as 22 horas e 22 minutos

Viu no FB aquelas listas de curiosidades e o diabo² ?
pois me mandaram 11 e depois 11, mas uns ficaram mais leves que outros, e quero salvar todos aqui, então vou dar uma misturada entre eles.

1 - Tenho uma cicatriz no rosto, e você provavelmente nunca percebeu.
2 - Já fiz uma lista dessas um pouco maior, mas não mostrei pra ninguém. Que eu me lembre. E nada serve pra nada.
3 - Eu tive muitas ideias de coisas interessantes lendo as listas das outras pessoas, e claro que deu o branco quando vim começar a minha.
4 - Sou uma pessoa que assiste poucos filmes. Eu gosto dos programas de ver filme com amigos, mas raramente assisto um sem companhia.
5 - WebComic Fanatic.
6 - Livros favoritos, dessa semana: série de Gracelling e Invenção de Hugo Cabret.
personagens muito fortes no primeiro, e uma interação muito boa filme + livro no segundo.
7 - Não gosto de bebidas alcoólicas, nem gosto do efeito que elas causam nas outras pessoas. e não entendo por que as pessoas bebem. Pra mim, é só ruim. e cada dia que passa isso fica mais óbvio e enraizado pra mim.
8 - Gosto muito, muito de cores. Gosto de perceber as cores nas coisas. E gostaria de desenhar melhor, pra poder desenhar só com lápis de cor.
9 - Já vi essa em vários outros posts, mas vou abusar da criatividade dos outros: não me considero tão NERD/Geek como meus amigos. As outras pessoas sempre sabem mais que eu sobre os assuntos, e não me incomodo com isso.
10 - Amo emoticons, como todo mundo já deve ter percebido xD Às vezes é difícil escrever pra alguém e não colocar nenhum. Tipo no email do chefe, essas coisas.
11 - Eu tenho um Whatsapp, e não uso =p Idem com skype.
12 - Não como carne de mamíferos. Sim, bem específico. Mas tenho tentado diminuir a carne de modo geral na minha vida, e recomendado isso aos outros por vários motivos.
13 - Eu tenho a péssima ideia, gravada muito fundo na minha mente, de que eu não vou envelhecer. E eu sei que é ruim, porque aí eu não me planejo pra um futuro distante, no máximo 5 anos. Mas não consigo mudar, e nem sei se quero.
14 - Eu durmo mais do que gostaria. E sempre tenho sono. E isso me incomoda muito porque dormir me dá a sensação de ser meio perda de tempo. Por mais que eu saiba que é biologicamente importante e tals. Mas eu preferia não ter que dormir. ou ter que comer. Ou ter qualquer coisa necessária biologicamente falando.
15 - Se mais gente me visse como um cara eu usaria vestidos.
16 - Falando em roupas, odeio bolsas, amo bolsos! Leve só o que precisa, e junto do corpo. Não tem como esquecer um bolso por aí, tem?
17 - Eu tenho mais ciúmes das minhas coisas materiais do que das pessoas com quem eu me relaciono. Acho que isso tem a ver com o fato que as coisas materiais são Minhas. E as pessoas não.
18 - Fato aleatório, eu tenho algemas.
19 - Eu era muito Freak quando era pequena. Mesmo. estranha pra caramba e sem noção social. e sofri um bocado de zoação também (Não se usava a palavra bullying naquela época). Aprendi com isso, mas bato em qualquer um que falar que bullying "é normal e faz a criança crescer" ou qualquer coisa do gênero. Mesmo.
20 - Não tenho criatividade pra essas coisas, sério. Posso colocar uma música pra preencher espaço? xD
21 - Percebi que essa lista ficou muito mais gorda e pesada que a anterior. Por isso vou terminar contando que existem dois monstros caseiros, pelo menos. Um é o Dr. Bagunços, e é ele que leva as coisas que "eu tinha certeza que estava por aqui em algum lugar". E os duendes, aqueles que dormem nos fios, correntes e fitas que a gente guarda em bolsos, bolsas e mesas, e enroscam tudo. Um dia ainda pego um pra provar. Ou não.
22 - Pra terminar, a lista sem graça de coisas que eu gosto (e sei que não é novidade pra ninguém) : Pepsi, Disney, Chocolate, Gatos, Comics, Livros, Coisas coladas na parede, meu Blog, minhas caixas de lápis de cor, MouseHunt.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Reflexos - Saudades e Culpa

Saudade de quem eu era, um ano atrás. Mais sem saber quem eu sou, mas eu era uma pessoa melhor. Hoje eu sinto culpa. E medo (Medo eu sempre senti, de várias coisas). Eu estou mudando, mas às vezes penso que eu largaria o que eu ganhei, pra ter de novo o que eu perdi. Queria passar pela mesma experiência do ano passado, mas ser uma pessoa melhor agora. Dessa vez, eu me concentrei demais em mim, e fiquei uma pessoa ruim. E agora que percebi isso, me sinto mal. Eu não quero ser assim. Não queria ter sido assim. Quero voltar atrás, e não fazer o que fiz, não ser egoísta.
Sinto falta dos amigos. Sinto como se todos estivessem mais distantes agora. E sei que eu que afastei a todos. E me odeio muito por isso.
No começo do ano, viajei pra trabalhar. Eu diria que isso subiu a minha cabeça como nenhum álcool conseguiu fazer até hoje. Mesmo lá, eu me achava o máximo. Voltei, e ainda achava que era super, só por que trabalhei fora por uns meses, e boa parte foi treinamento. E várias broncas, e vários comentários que eu devia usar pra melhorar, e não escutei.
Sinto culpa.
Voltei e não sabia mais quem eu era.
E abandonei tudo que me dizia quem eu era.
E por isso sinto culpa e remorso.
Eu abandonei realmente tudo, e cara, como isso foi idiota! Até meus livros, meu mundo, meus desenhos, meu quarto, meus amigos, minha faculdade. Eu abandonei, de uma forma ou de outra.
Meus sonhos foram outros, por um ano inteiro.
E cara, como sinto culpa.
Eu não sabia que era capaz de sentir tanta culpa. Não sei me perdoar, mesmo quando as outras pessoas me perdoam.
Eu sei que aprendi um monte, não foi só desgraça, é verdade. Descobri coisas novas, descobri coisas sobre mim, aprendi, me soltei, mudei. Mas, tem sempre aquele "E se?".
Ele tem razão, "E se?" incomodam muito.
E se eu tivesse feito todo o crescimento que fiz esse ano, em vários, suavemente, sem perder e sem largar tudo o que fiz? Sem ter sido idiota como fui? Sem ter feito o mal que fiz? Ouvindo quem tentava falar comigo, ou vendo o que estava fazendo? E se eu não tivesse jogado tudo fora?
Cara, isso dói.
Será que valeu a pena?
Tô achando que não.
Mudei, mas queria ter mudado com as coisas a minha volta, aos poucos, absorvendo o que eu tinha de bom, nessa vida que eu estou construindo.
Mudar é bom, mas dar a louca não. Mudar e construir é bom. Perder tudo e se arrepender não.
Como eu me arrependo.
Eu já disse, mas como eu sinto falta de quem eu era, exatamente um ano atrás.
Eu estava em um avião, dia 9 de dezembro. Indo e me deixando pra trás. Me deixando pra trás, junto com tudo.
Ir foi muito muito legal. não me arrependo de ir, de viver o que vivi. Me arrependo, sim, de quem virei por ter vivido o que vivi. Me arrependo de ser quem eu sou, do preço que paguei por isso.
Não, não me arrependo de ser quem eu sou. Me conheço mais, me aceito mais, mesmo com todos riscos, medos e problemas, acho que até me amei mais, e isso foi um problema.
Me amei mais, até que percebi o que fiz, quem eu fui.
Sabe uma coisa que incomoda? Eu não percebi, me mostraram.
Eu não fui capaz de perceber, de entender o tamanho da merda que fui. Precisei que alguém me odiasse, que alguém me explicasse o porquê e apontasse o que devia ser óbvio.
Eu realmente me odeio por isso. Por ter me cegado no meu amor próprio e não ter visto todas as pessoas a minha volta.

Falaram de suicídio no meu FBug hoje. Calma, pessoa paranóica que acha que eu vou me suicidar. Calma.
Mas o ponto é o seguinte. E nunca vou, pela mesma razão que eu não vou fazer meu grande segredo (Não acredito que estou contando isso, vai tornar Realmente impossível).
Eu sempre tenho a ideia de um dia, largar tudo. Tudo, celular e contatos e amigos e família, e ir embora. Só ir embora. Andar pra qualquer lugar, e andar, e andar, e deixar o vento me levar e não olhar pra trás.
Mas nunca fiz, e vi que não posso fazer, porque as pessoas se importam comigo. E eu me importo com as pessoas, apesar de não admitir isso pra mim.

Essa culpa de ser uma pessoa ruim me mostrou isso, que mais gente se importa comigo, e mais do que eu tinha percebido.

Culpa.

E aí, eu luto contra a culpa, pra que ela não me prenda no chão e que ficar em casa se lamentando e aporrinhando as pessoas não vai resolver. E vivo alguns dias.
E aí tudo volta. Algo que eu vi e me lembra qualquer pessoa que eu machuquei (sim, foi bem mais do que uma), algo que eu escuto, alguma situação, qualquer coisa é um gatilho pra tudo voltar.

Sabe o que incomoda também? Eu não sei o que fazer. Eu não sei como desfazer, como mudar, como melhorar, o que se passa, o que eu posso ou não fazer, o que só vai piorar, o que vai melhorar.
Eu não sei!
Eu não sabia, e continuo não sabendo.
E aquela sensação de que não aprendi nada.
Que não cresci.
Que, justamente por isso, não, não valeu a pena tudo de ruim que fiz.
Porque eu fui uma pessoa ruim e pronto, como se não tivesse aprendido com meus erros. Porque de que adianta a culpa, se eu ainda não consigo ver quando erro? Quando não consigo prever e evitar um erro? Ou remediá-lo, ao menos, depois?
Não aprendi, e só fui ruim.
E não quero ser de novo.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Eu só queria.

Eu só queria.

Eu só queria.
Queria poder chegar em casa e sentir que a maquiagem, a máscara, não está escorrendo pelo ralo do chuveiro. Queria não precisar da máscara para estar confortável, queria que meu corpo fosse como a máscara. Queria não me sentir mal só com o corpo que eu tenho. Queria ter o corpo que queria ter.
Eu só queria.

Eu só queria.
Queria conseguir fazer o que quero, ter força e dedicação pra alcançar meus sonhos. Queria fazer todos os sonhos e necessidades caberem na agenda e na carteira. Queria que a agenda fosse como quero, e queria seguir minha agenda. Queria correr atrás.
Eu só queria.

Eu só queria.
Queria voltar e fazer tudo direito. Queria voltar e não fazer. Queria voltar e fazer. Queria desfazer. Queria tanto, mas tanta coisa, que já nem sei o que quero. Queria ter aprendido sem ter passado por isso. Queria ter sabido antes.
Eu só queria.

Eu só queria.
Querer uns, não querer outros, querer isso, não querer aquilo, querer o que quero querer, e nao querer o que não quero. Queria que as pessoas quisessem, ou não quisessem. Queria querer o que querem que eu queira. Mas quero querer o que quero, não o que querem pra mim.
Eu só queria.


Eu queria.

Queria.

Só.

domingo, 13 de outubro de 2013

Carta ao (não) Leitor - Para você

Eu quero te contar muita coisa, mas eu não posso. Eu não posso ferrar a sua vida ainda mais, eu não quero.
Você nunca leu aqui, não é? Eu perguntei uma vez, espero que não faça isso mesmo. Nem que possa se machuca com isso. Mas acho que o ódio que nós, todos, geramos deve ter afastado todos vocês daqui.
Anyway.
Outro dia me perguntaram, se não tinha sido por falta de amor. Não foi, sabia? Eu amo você. Mas acho que você não sabe disso né? Que não foi por isso que acabou?
Foi por mim, por mais idiota que pareça essa frase. Eu precisei me afastar de todo mundo, quase todo mundo que importa. Não queria me sentir responsável por ninguém. Eu precisava estar só, pra me procurar em algum outro lugar, algo novo. Meio... esses lances de artistas. Sabe como é? Eu não tinha a capacidade de continuar com você, e também não queria te fazer mal, tendo que esperar sei-lá quanto tempo. Eu realmente não sabia que, mais alguns meses, só alguns meses, eu estaria de volta nos meus próprios pés.
Eu sinto a sua falta. Eu sinto falta de como era feliz com você. Sempre ter seu apoio. Eu devia ter confiado que você teria aguentado meus dramas, já que sempre esteve do meu lado. Eu devia ter te contado que era um momento de me perder e me descobrir, mas não devia ter te abandonado. Eu não sabia o que estava fazendo. Nunca tive ninguém tão próximo como você num momento desses. De que adianta aprender a lição agora?
Eu também queria te pedir desculpas, acho que te fiz sofrer de novo no fim de semana. Minha pulseira significa mais pra mim, do que era pra significar pra nós. Outras pessoas tem pulseiras ou até colares feitos iguais. Bom, no mesmo estilo, pelo menos. Eu não queria ter puxado uma lembrança ruim.
E jogar sem você é um saco. Eu jogava antes de você entrar, mas eu continuei jogando por que tinha você, tinha com quem conversar sobre isso. Eu odeio não ter mais você pra poder me exibir. Você pode ser barão, mas eu peguei um Monster com 3 Living Shards! Sucker!  =D
Eu tenho medo da enrascada que você se meteu. Só pra se vingar? E ainda nem soube fazer isso direito? Afinal, não falaram pra mim, não jogaram na cara direito. Podiam ter feito isso, aparecido, se beijado na minha frente. Pelo menos faria valer a pena. Mas cara, não... Eu realmente espero que meus medos de vocês, Todos, se machucarem muito, não se concretizem.
Eu queria que você estivesse aqui, queria te contar tudo que eu aprendi, todos os meus planos. Eu queria o seu bom senso pra me fazer ver o que esta bom e o que não está. Pra me lembrar e me incentivar. Pra me apoiar. Eu te queria aqui, pra ter coragem de lutar, pra acordar todos os dias, levantar da cama e fazer as coisas acontecerem. Sinto falta de estudar na sua casa.
Sinto falta da vida boa que eu levava ao seu lado. Tudo com cara de contos de fadas pra mim, sabia?
Eu sinto muito a sua falta.
Eu sinto muito por ser e ter sido tão idiota e egoísta.
E sinto muito mesmo em estar fazendo algo tão egoísta como dizer que ainda amo você.

Eu ainda amo você.

Uma referencia que vai fazer ela me odiar:
"After all this years? Always."
(Tá, eu não consegui resistir a chutar as bolas de vocês, mas vocês mereceram tá? )


With all my love, Lucy.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Carta ao leitor - é melhor a verdade?

As vezes eu me pergunto, é melhor contar a mais pura verdade, ou não falar nada, e deixar tudo como está?

Deixar tudo como está é mais simples, mas é também a falta de resposta. Se nada é dito, nada é dito em resposta, se nada é perguntado, nada é respondido. Sem ação não tem reação.

Contar a verdade, porem, tem sempre uma reação, nem que seja a total falta de reação. Pode ser boa ou ruim, por ser a resposta esperada ou não. Pode ser bom ou ruim, ou nenhum dos dois. Pode ser que a verdade já fosse sabida, ou nem imaginada, ou irrelevante. Mas algo acontece, se sai desse lago de duvidas.

Não falar nada, é manter o gato de Schrödinger na caixa. Falar a verdade é abri-la.

Pra falar a verdade, as grandes perguntas são:
O que dói mais?
E, se fosse comigo, o que eu iria preferir? A verdade que pode doer, ou a inocência?

Eu prefiro falar as verdades, acho. Eu me incomodo de não dizer o que está acontecendo, de manter alguma informação relevante, de impedir alguma coisa que poderia ser diferente, só por que eu não tive coragem de falar.
Mas isso tem o risco dessa mudança, me fazer perder algo que eu queria conservar. Normalmente são amizades que eu perco ao falar a verdade. Mas uma amizade mantida pela falta da verdade, é mesmo uma amizade?

Note, que aqui não falei em mentir em nenhum momento. Nem aquela coisa boba que as pessoas chamam de "ocultar a verdade", que pra mim é mentir. Nesses casos, são pessoas que não falam a verdade, mesmo quando alguém pergunta sobre o assunto a pessoa fala "meias verdades", ou mentiras mesmo.
No meu caso, nessa duvida, é sobre se erguer do dia a dia e expor alguma coisa, sem ninguém perguntar, sem um estopim, sem uma razão além da necessidade de se saber a verdade, de expo-la. Pura e simples.

Mas será que eu devia?
Será que você quer saber?

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Tanto Pouco Tempo.

Já parou pra pensar, quantas vezes dizemos "Eu não tenho Tempo"?
Eu não tenho Tempo pras pessoas que amo, pra ir onde quero, pra aprender tudo que eu gostaria, pra relaxar, curtir a natureza, sair, fazer coisas inesperadas, me sentir vivo.

Tá, isso está igual a qualquer outro texto de "Defina suas prioridades, largue a agenda e vá viver" como qualquer outro. Mas será que o problema não é que temos Tempo demais?
Mesmo de ler esses textos de "vá viver a vida", as pessoas se prometem repensar na agenda, e mesmo quando fazem é muito pouco.
- Isso vou deixar pra depois.
- Ano que vem é melhor.
- Vou esperar mais um pouco.
- Não é uma boa época pra isso agora...

Temos Tempo demais!
Temos esperanças demais de viver até os 90 anos, de crescer, ganhar dinheiro e sermos independentes, de conseguir companhia pros nossos sonhos e loucuras, de que a correria vai acalmar algum dia, de que algo vai mudar, de que nada vai mudar.
Se você fosse diagnosticado com uma doença incurável que vai te matar em pouco Tempo. (Estou até deixando escolher a doença e quanto Tempo você acha pouco.)
O que faria?
Eu iria me mudar de cidade, me matricular em 20 cursos diferentes, comprar uma maquina fotográfica, colocar o despertador das 6h da manhã (ok, já está, mas não por uma causa feliz). Ia perder o medo de andar por aí na rua, e assim que essa lista acabasse, eu me mudaria de novo, ia viver da terra, até me juntar a ela.

Por que eu não posso fazer justamente isso? Eu seria mais feliz, à beira da morte, do que nessa vida.
Parece meio errado não?
É que nas portas da morte, você não tem Tempo a perder, não pode desperdiçar, e de repente tem muito mais do que em toda a sua vida. É que todas essas coisas importantes pro seu futuro só são importantes quando você tem um futuro. Se você não tem um, pode desperdiçar quanto Tempo quiser.

Acho que a solução é fingir juntar uma coisa com a outra, e continuar vivendo. Como sempre estivemos. Até o futuro ter passado, sem nada a acrescentar.

(Às vezes, eu quero fugir, morrer pra todo mundo, e ir viver essa vida de sonho. Mas eu sei que não dá. Ainda não criei um plano bom o suficiente.)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

1 (Experiência com efeitos de texto)

Grite comigo! Fique puto! Até se quiser me bater! Tanto faz! Só, reaja, porra! Eu preciso disso, eu preciso uma reação sua. Qualquer coisa....

Ele olhou pra ela. Deu pra ver algo quebrando ali atrás, em algum lugar do olhar dele. Levantou, virou o copo de café e deixou pra ela pagar a conta. E ele odeia café.

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Os cacos, os retalhos, foi como ela se sentiu.
Sempre dizem que quem termina um relacionamento é quem sofre menos. Mentira.
Sempre dizem que quem termina, amava menos. Mentira!
Sempre dizem que. Mentira!_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-

Ele saiu.
Mas não sentia como se tivesse feito isso. Sentia ela ali ainda, do lado, em tudo, envolta dele.
Não tem pra onde correr, onde sair, se livrar das memorias, da sensação.
Começou com o tique do cabelo, levantando a parte de trás. Depois aquela puxada de cabelo, da frente pra trás, frustração. Ai apressou o passo. Olhava para os lados. Procurando o que? Não sei, nem ninguém nunca sabe. Correu, pegou o carro e caiu na estrada.
Será que não existe uma porra de lugar sem ela?
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Entrou em casa.
A porta fechou? Não sei. Ela olhava em volta.
Ele não estava em lugar nenhum mais. Nem na cor do sofá, que compraram juntos. Nem na mesa da sala, a grande, de jantar em família. Nem no tapete, onde deitava pra tomar sol e ler o jornal.
Andou pela casa, tão vazia. Tanto a casa quanto ela, sem ele.
Nem nos armários da cozinha, quando machucou a mão ao instala-los. Nem no móvel no pé da cama, ele chama como mesmo? Acho que era baú, mas ela não gostava desse nome, que lembrava coisas de história de dragões e princesas e coisas bobas.
Nem nas paredes do banheiro, onde ele a prensava durante o sexo. Nem na banheira. Nem sua escova, ele não estava mais lá.
Depois de procurar no apartamento inteiro, qualquer parte dele, se sobrasse, começou a chorar. Pouco, muito, de doer o peito.

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A noite a encontrou no tapete. Sem sol, sem jornal.
A noite não o encontrou, nem ele encontrou também.

25 Things I Do To Make My Body Dysphoria Feel Smaller and Quieter - Kate


Posted by Kate
on September 25, 2012

Before we even begin: I'm not a medically trained professional, nor am I a licensed therapist. Today I'm all curled up in my duvet cover because I haven't been able to sleep in two days, and maybe if I was a doctor I'd find the little parts of me that aren't working and fix them so I could get out of bed. Unfortunately I'm just a kid with a binder and a lot of pronouns, and the world seems like a whole lotta sharp edges right now.

If you've never had body dysphoria, let me explain a little bit about how it makes me feel and why I have it. Body dysphoria feels like the worst-fitting outfit you've ever put together, but you can never take it off. Or sometimes it's more like a pebble in your shoe, or a belt that digs into your side, or a tiny thing that is just noticeable enough to throw your day off. Some days I wake up and it's just there. Some days it's because I tried to fit my not-so-masculine body into my masculine clothes, and the parts that didn't fit made me want to scream and disappear and puke up all my guts at the same time. It can grow into a scary place where I don't know if my body belongs to me, and I feel like I've been detached from something essential and am about to wash out to sea. Maybe a picture makes me hate and fear the body I don't have because it's not the body I wish I had. Maybe I think that the someone I desire won't desire me because I don't look like all the handsome cisgendered men they probably grew up loving. Maybe it doesn't make sense why I feel these things, but I still feel them and they still hurt, darn it.

My gender identity is a very slippery thing. I identify as queer in terms of sexuality and in terms of gender. I use "she", and I don't mind when people assume "she" because I have had the experience of girlhood and it's an intrinsic part of who I am. I also use "they" because that same girlhood is something I found didn't quite fit the being I became once I learned how to desire and exist and shove a fist at the world. I actually go by Kade, too, something Autostraddle may not know about me. You can call me either - I like being both! Most of the time, my gender is cocky grins and loaded statements and the smell of leather and balsam. I'm usually wearing a binder. The strands of stuff that make me up decided not to give me very much in the tits department, which was a curse until I was thirteen and realized I like it much better that way. The same bits and pieces of DNA decided I'd get child-bearing hips, though, and then added a smack of irony by making me PCOS-rated infertile. Those hips have made me cry in menswear dressing rooms across the Northeast. And if you've read my earlier pieces, you know I'm a masculine-presenting survivor who has a soft spot for femmes, and wrestles with all the complicated things that come with it.

On the days like today when I'm struggling under dysphoria and anxiety and a whole range of things that are tied to those words by tight red strings, it's hard to remember that I am a person who deserves to take care of their wonderful self. Here are some self-care regiments that work for me. They might work for you, too, or you might have your own. I recommend making a list you can tape to your mirror or the inside of your favorite book so you don't forget in the worst moments. Here are 25 things that might get you started.

1. Watch episodes of The X-Files because bodies can be alien, time-traveling, or capable of transforming themselves at will. Imagine your body as a slimy sacred thing that has come from another corner of the universe to save the world, even if it feels icky at times. Imagine Dana Scully having to examine said body, and then you make out.

2. Meditate until you forget you are inside of a body, or until your body becomes a welcome home.

3. Drink a glass of water and concentrate on what it feels like to have water in your mouth, running down the back of your throat and into your stomach. Make sure the water's really cold so you can feel it. Pretend the water is someone's love for you, and you can feel it going all the way in and making things clearer and better.

4. Take deep and long breaths like you're inhaling smoke.

5. Run hard. Run until you're sweating profusely, and the pain of your muscles has grown louder than the pain of having a body.

6. Go to a shelter and talk to all the animals.

7. Buy a fish who can listen when you're not able to go to the shelter. Name it after your celebrity crush.

8. Talk to people who love you so they can remind you that you're okay, and perfect, and allowed to feel this way. Everything they say is true! Please listen to them even when you tell yourself you don't deserve to be the things they say you are.

9. Find a candle that smells incredible and burn it next to your bed. That way if you're not getting out of bed today, you've got something really lovely to enjoy.

10. If you can leave your house, try to find a busy place like a park or a street with lots of shopping. Sit down and listen to the people around you. Listen to their little conversations, the things that are important to them or not important to them. If you're anxious about that, bring a book or a phone so you feel a little more comfortable. When you've immersed yourself in other people for a while, you'll find it a little easier to stand up and walk back into yourself.

11. Call or text or write a letter to your best friend.

12. Listen to the sexiest song you know and think about good things you would do while listening to that song. Or, listen to the happiest song you know and watch youtube videos of other people dancing to it. Make a mix that includes that song and send it to someone you really care about a whole lot. Sometimes sexiness or happiness are the best ways of forgetting dysphoria because you're reminded, oh! I have a body that can do amazing things to another body, and oh! I have a body that can feel immense joy just from seeing a kitten!

13. Watch every ABCFamily Original Movie on Netflix Instant. They are all there, I swear.

14. Read the book that speaks to you more than any other book. See? You are not ever alone.

15. Cook something delicious. If you don't feel like eating, bring it to your friend like a little offering. Smell and taste everything while you are cooking. Let your body be a house for the best possible sensations.

16. Use up all that leftover glitter to make crafts. It's never too early to make valentines, you know.

17. Kiss people.

18. Order takeout! If you can't afford takeout this month, find the most delicious thing in your fridge and consume it for dinner.

19. Modify your body on your own terms. Dye your hair, bleach your eyebrows, get something pierced. Have your friend come over and do a stick and poke. Or get that money you've saved up and go to a tattoo parlor. Temporary tattoos with Disney characters make a great half-sleeve, too.

20. Buy the fancy wine this time. Because why not?

21. Don't answer calls from people who make you stressed. Don't answer calls at all, if you want. Turn off your phone and play some music.

22. If you have a bit of spending money, buy yourself a present. You deserve that new harness or that neat little gadget.

23. Bedazzle your binder.

24. This is so important. So important. Put on your favorite outfit. You know the one. The one that makes you feel like one gazillion bucks. The one you want to wear for every webcam selfie. The one you wear when you know you look flawless. Wear that outfit even if you're not going to leave your house today. Wear it to clean your kichen, or sit on your couch, or hang out with your pet. Take a picture of yourself in that outfit. Post it to tumblr or your facebook or your blog! Your followers and friends think you're the cutest. You ARE the cutest.

25. Look at this little doodle by Marc Johns.

"everything's gonna be super duper"


Source: http://www.autostraddle.com/radical-self-care-25-ways-of-making-my-body-dysphoria-smaller-and-quieter-146649/


Copy of the original text without alterations, of any kind.
Copiado na integra, sem nenhuma alteração.



terça-feira, 2 de julho de 2013

Curtas 4

Israel
27/01/12 11:57

- A rua tranquila e um cara desce ela correndo alucinadamente.
- Um homem tocando concha.
- Histórias de terror sobre um hotel em Jerusalém, com o quadro do vilarejo.
- Um chá de folhas de menta hipnótico.
- Atirar uma meia fedorenta.
- O beco escuro e a coragem da Suyan.
- A aventura do isqueiro e o cigarro.
- Um amor, a dúvida do futuro país.
- Kipá de beduíno.
- Tantas coisas, que nem sei.
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09/03/12 17:39

"Muitas pessoas tratam as relações afetivas como transitórias, descartáveis. Eu me pergunto: o que é preciso fazer para que sejam duradouras?
O principal ingrediente das relações duradouras é que elas são fundamentadas nas afinidades, especialmente no que diz respeito ao caráter.
Afora a questão 'escolha do parceiro', temos que pensar bem no que se pode esperar do amor: junto do amado, nos sentimos aconchegados, em paz.
Quem espera que o amor seja o sentimento que irá proporcionar emoções fortes, aventuras sensacionais, será tomado por grande frustração!
O cuidado principal para os que pretendem construir elos duradouros reside na escolha do parceiro: é melhor pensar que as pessoas não mudam!"

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Cachos
27/05/13 15:53

Foi assim.
Eu sempre estou me escondendo, lugar de sempre, num canto da sala. E aí, cabelos ruivos passaram, aquele ruivo meio cobre enferrujado, pele branca, sardas.
Um olhar de quem esqueceu alguma coisa. Deixa os papéis, volta correndo, salta o fio de computador no meio da sala.
Eu torço pra que não tropece e caia. Volta de carteira na mão, paga o xerox, encontra uma amiga, conversam.
E eu só olhando, a beleza dessa vida, que só passa por mim.
Os cachos voltam a andar, saltitando. Vão embora.
Eu não sei desenhar, então escrevo. Enquanto faço isso, vejo lá longe, inspiração.
Tão efêmero sentimento, tão rápida sensação. Tão curto tempo e descrição de algo tão simples e tão belo.
Tão amplo.

domingo, 30 de junho de 2013

Coisas

30/06/13
- Eu odeio quando tenho conversas inteiras na minha cabeça com você, mas quando te vejo, não sei o que falar.
- Eu devia escrever mais, mesmo que ninguém vá ler. Mesmo que eu queime depois. Tipo, o que o psicólogo  (psiquiatra?) fala no filme do Gatsby.
- Me inscrevi em algumas matérias muito legais pro semestre que vem, nenhuma é de farmácia. Espero conseguir fazê-las, mas dependo do Júpiter.
- Espero que me digam logo se eu consigo trabalhar na Livraria, assim eu não me inscrevo nas outras matérias...
- Descobri que falar em primeira pessoa não depende de gênero... Por que o próprio gênero não faz diferença, mas o dos outros faz?  Devia ser tudo igual...
- Andei olhando shows legais, mas isso é uma coisa que não vale a pena com um amigo pouco empolgado. É melhor se for sem companhia nenhuma, ou com alguém com as mesmas vontades que você.
- Tinha uma aranha na minha sala, e não era pequena. Fiquei contente que ninguém teve um ataque nem quiseram matar ela. Aí, ela só ficou lá, na dela, a aula toda XD
- Eu devia ir dormir, mas eu não quero. Por alguma razão desconhecida, eu não quero ir dormir, e não quero acordar depois. oik??

18/07/13
- Depois que mudei meu cabelo, estou cada vez mais desconfortável com meu gênero biológico. Acho que preciso levar um papo sério com a minha médica. Droga, esqueci de novo de marcar os exames dela....
- Tem uma pinta preta na minha perna. Tipo, muito estranha. Mais uma médica... já deu 3 pras férias.
- Por que eu só tenho fome altas horas da noite? Durante o dia, em horários normais, eu não tenho fome, mas quando eu deveria estar dormindo, sim. Meu ciclo circadiano tá muito zuado!
- Férias, finalmente! Vai ter até direito a uma semana longe da civilização, delícia. =D
- Sim, eu preciso diminuir a quantidade de emoticons por página de texto, tá começando a irritar até a mim.
- Às vezes sinto falta de ex. Mas aí lembro (ou tento me convencer) que foi o melhor pra nós dois. E agradeço aos Deuses porque aqui ele não vem. Imagina, ler isso aqui?  Só ia doer mais....
- Wii!! e TV de novo! E Just Dance! E Disney! *felicidade pura*

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Lovely LosT

Já comentei aqui sobre a minha carreira?
Eu sou estudante, (por isso o tempo livre pra escrever, errr, só que não) de Farmácia e Bioquímica. Acontece que, de repente, eu precisei começar a pensar no que eu vou trabalhar depois de me formar. Mais que isso, eu tenho estágio obrigatório!
Aí, fui olhar quais são as áreas de trabalho pra mim.
Atenção Farmacêutica: Atenção ao paciente, cuidado do paciente, trabalhos em hospitais... Com seres humanos!  Tô de boa.  xD

Regulação e controle de qualidade: De verdade? formulários, papéis, anvisa, advocacia, administração. Valeu, eu passo.
Pesquisa: Parece muito legal, mas aí vem o Onde. Carreira acadêmica significa achar uma linha de pesquisa legal que já tenha alguém trabalhando nisso, conseguir lugar nesse laboratório, continuar pra sempre, e ser muito politico pra conseguir verba e alunos pra sua pesquisa. Se for pra empresa privada, os recursos são mais acessíveis. Mas aí você está preso pelo que o mercado quer de você (ou seja, seu chefe). Sei não...
Também tem a área de Química Forence. Pras duas pessoas que realmente gostam, tem alguns lugares que dá pra trabalhar, mas eu não tenho estômago. ( e não é tão simples quanto parece no CSI, ok?) 
ah! E análises Clínicas! Colete fluídos humanos, e analise! Todo santo dia, a mesma coisa.... Só... Não.

Então fui olhar o que eu gosto de fazer.... Deu pra perceber a que conclusão eu cheguei né?
Bom, vou deixar um quadrinho pra mostrar a desgraça da carreira que eu estou inclinada a seguir (talvez fazendo um curso relacionado, vamos ver se eu tenho coragem... ) 


como disse alguem no Facebook, "São os quadrinho que vão mudar o mundo"






http://www.girlswithslingshots.com/comic/gws14/

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Shuflle - Daft Memories


This is a game of love
And it was you
The one that would be breaking my heart
When you decided to walk away

Me, I just wanted you to stay



I know you don't get chance to take a break this often
I know your life is speeding and it isn't stopping



And we will never be alone again
‘Cause it doesn’t happen every day
Kinda counted on you being a friend
Can I give it up or give it away

Now I thought about what I wanna say
But I never really know where to go
So I chained myself to a friend
‘Cause I know it unlocks like a door



There are so many things that I don't understand
There's a world within me that I cannot explain
Many rooms to explore, but the doors look the same (where are the locks to join the key?)
I am lost, I can't even remember my name (and I wonder-- why?)

I need to know now
please tell me who I am?




Where do I belong


A room within a room
A door behind a door


Hold on
If love is the answer you hold
Hold on

Touch sweet touch
You give me too much to fell
Touch sweet touch
You’ve almost convinced me I’m real
I need something more
I need something... more





Let the music in tonight, just turn on the music
Let the music of your life; give life back to music



terça-feira, 7 de maio de 2013

Gritos!

Eu quero gritar! Tem tantas coisas caladas em mim, eu quero gritar todas as minhas verdades pra todo mundo ouvir. Não deixar mais "status fechado para conhecidos" ou sem poder falar direto o que esta acontecendo!
Mas só posso falar aqui, e com alguns amigos. E pra quem realmente devia me ouvir, não posso falar...
Então vou desabafar aqui, pronto!

Eu quero pegar você! E eu quero ser sua melhor amiga. Quero ver você crescer e ser um homem, e então, te apresentar pra alguém que se encaixe muito melhor com você, e ir no seu casamento, e te ver feliz! De preferencia menos estressado também, claro.

Eu quero ter você como meu melhor amigo, mas não mais que isso! Se isso significa passar um tempo sem você, vale a pena, mas não quero te machucar. Só que eu não sou mais capaz de manter as coisas como estão, eu preciso me afastar do meu passado! Como diria o pumba, preciso por o meu traseiro no passado.

Eu sou bi! e Poli! E pronto, falei! E foda-se o que você acha, isso não vai mudar o meu direito de amar mais e mais! Pode achar errado, eu não acho. Eu deixo você achar errado, então me deixe amar! Eu não vou forçar ninguém a uma situação Poli, só por que eu gosto. Conversar existe pra estabelecer o que as pessoas preferem, e é, mais que tudo, por isso que eu luto!

Eu não gosto de sexo! Simples assim, não me interesso. Não gosto, e não sou maluca por isso ta bom? Prefiro amar com gestos que não envolvem pessoas nuas, ok? Não é por que eu não gosto do ato que vou reclamar se alguém falar disso, ou vou deixar de gostar e desejar pessoas, mas eu me limito a beijos e carinhos. Comigo funciona assim.

O mundo não gira no seu umbigo! As pessoas são diferentes de você, e você precisa aceitar isso! As pessoas tem limites diferentes que os seus, e sentimentos, e fazem as coisas de forma diferente. Você pode não concordar, mas se não faz mal a você, por que brigar e transformar em algo pessoal? Não precisa cara, pare de piorar o seu carma, que é só isso que você esta fazendo. Ódio gera ódio, pare com isso, deixa pra la, releva, ignora, PERDOE!

Achei que estava com depressão, graças aos deuses eu acho que não estou. Mas ta difícil levantar da cama todo dia de manhã. To com medo do que vai acontecer quando minha prova acabar daqui a três dias. Oque vai me tirar de casa depois disso? Só meus amigos, minha família, a preocupação que eles vão ter se eu me entregar a Gosma Negra, como sempre.
É, isso não é um grito, mas eu preciso que alguém me escute, me ajude... Eu não sei se consigo continuar lutando, a Gosma vai me pegar um dia, e ai vai ser mais difícil ainda de sair dessa.


só pra constar:
"but I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here,
I don't belong here."
Creep - Damien Rice

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Jessie's Girl - Rick Springfield

Jessie is a friend,
Yeah I know he's been a good friend of mine
But lately something's changed
It ain't hard to define
Jessie's got himself a girl
And I want to make her mine
And she's watching him with those eyes
And she's lovin' him with that body, I just know it
And he's holding her in his arms late, late at night

You know I wish that I had Jessie's Girl
I wish that I had Jessie's Girl
Why can't I find a woman like that

I'll play along with this charade
That doesn't seem to be a reason to change
You know I feel so dirty when they start talking cute
I wanna tell her that I love her but the point is probably moot
'Cause she's watching him with those eyes
And she's lovin' him with that body, I just know it
And he's holding her in his arms late, late at night

You know I wish that I had Jessie's Girl
I wish that I had Jessie's Girl
Why can't I find a woman like that?

Like Jessie's Girl
I wish that I had Jessie's Girl
Why can't I find a woman
Why can't I find a woman like that

And I'm lookin' in the mirror all the time
Wonderin' what she don't see in me
I've been funny; I've been cool with the lines
Ain't that the way love's supposed to be
Tell me why can't I find a woman like that

You know I wish that I had Jessie's Girl
I wish that I had Jessie's Girl
I want Jessie's girl
Why can't I find a woman like that?
Like Jessie's Girl

I wish that I had Jessie's Girl
I want, I want Jessie's Girl




quarta-feira, 17 de abril de 2013

Don't Laugh At Me - Peter Paul and Mary


I'm a little boy with glasses
The one they call a geek
A little girl who never smiles
'Cause I have braces on my teeth
And I know how it feels to cry myself to sleep
I'm that kid on every playground
Who's always chosen last
A single teenage mother
Tryin' to overcome my past
You don't have to be my friend
But is it too much to ask

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

I'm the beggar on the corner
You've passed me on the street
And I wouldn't be out here beggin'
If I had enough to eat
And don't think I don't notice
That our eyes never meet

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

I'm fat, I'm thin, I'm short, I'm tall
I'm deaf, I'm blind, They're, we're all

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me




I'm fat, I'm thin, I'm short, I'm tall
I'm deaf, I'm blind, in a way, we're all
I'm black, I'm white and I am brown
I'm Christian, I'm Jewish, and I am Masal
I'm gay, I'm lesbian, I'm American Indian
I'm very, very young, I'm quite aged
I'm quite wealthy, I'm very, very poor

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

My country ‘tis of thee
Oh, sweet land of liberty
It is of thee that I sing

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Torn Between Two Lovers - Mary MacGregor


There are times when a woman has to say what's on her mind
Even though she knows how much it's gonna hurt
Before I say another word let me tell you I love you
Let me hold you close and say these words as gently as I can

There's been another man that I've needed and I've loved
But that doesn't mean I love you less
And he knows you can't possess me and he knows he never will
There's just this empty place inside of me that only he can fill


CHORUS
Torn between two lovers, feelin' like a fool
Lovin' both of you is breakin' all the rules
Torn between two lovers, feelin' like a fool
Lovin' you both is breakin' all the rules

You mustn't think you've failed me just because there's someone
else
You were the first real love I ever had
And all the things I ever said, I swear they still are true
For no one else can have the part of me I gave to you

CHORUS

I couldn't really blame you if you turned and walked away
But with everything I feel inside, I'm asking you to stay

CHORUS


Torn between two lovers
FADE
Feelin' like a fool
Lovin' both of you is breakin' all the rules


Video  do youtube, não garanto que funcione com o passar do tempo.

sexta-feira, 15 de março de 2013

woolf

"Querido, Tenho certeza de estar ficando louca novamente. Sinto que não conseguiremos passar por novos tempos difíceis. E não quero revivê-los. Começo a escutar vozes e não consigo me concentrar. Portanto, estou fazendo o que me parece ser o melhor a se fazer. Você me deu muitas possibilidades de ser feliz. Você esteve presente como nenhum outro. Não creio que duas pessoas possam ser felizes convivendo com esta doença terrível. Não posso mais lutar. Sei que estarei tirando um peso de suas costas, pois, sem mim, você poderá trabalhar. E você vai, eu sei. Você vê, não consigo sequer escrever. Nem ler. Enfim, o que quero dizer é que é a você que eu devo toda minha felicidade. Você foi bom para mim, como ninguém poderia ter sido. Eu queria dizer isto - todos sabem. Se alguém pudesse me salvar, este alguém seria você. Tudo se foi para mim mas o que ficará é a certeza da sua bondade, sem igual. Não posso atrapalhar sua vida. Não mais. Não acredito que duas pessoas poderiam ter sido tão felizes quanto nós fomos.V."

quinta-feira, 7 de março de 2013

Polêmica

Falo português e inglês, arranho no espanhol e já beijei um cara de Puerto Rico. Sou internacional e não sou desse planeta. Gosto do planeta, e sinto falta da natureza, mas as pedras da cidade também me atraem. Não gosto que leiam o que escrevo, mas gosto quando comentam e eu posso melhorar. Odeio quando acham algo de errado que eu digo que está certo.

Sei pintar quadros inteiros, mas não sei desenhar uma linha reta. Tenho todo o meu futuro planejado, mas nem ideia do que fazer da vida, muito menos do que vai acontecer amanhã.O gosto da música me agrada mais que o de comida, mas cheirar é bom.

Sinto a chuva de uma forma só minha, e gosto do sol queimando a pele. Gosto de coisas que queimam, mesmo as frias. Amo o frio e o escuro e sou apaixonada pela luz. Amo a lua e as estrelas, mesmo quando estou no outro lado do mundo. As cores me fascinam, principalmente fotos em branco e preto. Queria que o mundo visse tudo como eu, mas aí seria vivo demais.

Sou judia, com direito a nome e sangue. Sou meio vegetariana, com comida especial no avião. Sou cristã católica, fiz batizado e Primeira Comunhão. Sou pansexual, e ainda poligâmica, amo ele e ela ao mesmo tempo. Gosto um pouco de Wicca e quero conhecer sobre Bahai. Sou atéia. Sou ambidestra para tesouras, canhota para tudo e com nenhuma escrevo direito.
Mas sou, mais que tudo, única e polêmica, com orgulho de ser tudo isso e muito mais.

sábado, 2 de março de 2013

Kiss me twice just for old times


It's been a long time, since I wanted to write about you, and I still want.
I don't believe that I'm writing about you, but I am.
I can't understand why you made such impression on me, and you definitely did.

When I met you, I thought that you talk too much.
And the life changed, and we talked about a lot of stuff, and you became my friend, my buddy, my companion, something that I haven't had for a while....

And then I saw you again. And then life put us apart.
I started to look for you. When would you be back in my life?

When you showed up again, I was so happy! That day, I realized that I wanted to kiss you.
Where was the courage to do so, to even know, even ask about your life, just know you a little better.
I saw you walking out of the bus, and no words coming out off my mouth.
Another day, another empty day.
My last chance made all the difference, and the luck smiled to me. You were trapped with me alone.

Oh, courage, and I kissed you. And my heart had never beaten so fast, so desperate, so nervous. It was soft, small, peacefully. I wanted more, so much more, I expected more passion, more movement, more everything  And that was so frustrating.

So you left, I stayed, I watched you go down the street, with that kiss in my lips and the wish for more.

I was frustrated by the lack of passion, but realized that I was frustrated because you are different from any other kiss I ever had. Now I want you so much more, I want to kiss you again and appreciate the way you are, and only you.

No other lips will be so sweet as yours.


‎"Kiss me now, just kiss me now
Kiss me now the time is right,
Kiss me now then say goodnight

Would you kiss me once in the sunshine
Would you kiss me twice just for old times

Would you kiss me? "
Kiss Me - she wants Revenge

Regrets

Remember when we talked about regret?
I'm not very used to regret anything.
But there's one thing, that I should had done, and I didn't.
And I can't let this feeling die in me. I can't let this words die in my mouth.

Even knowing that I'll never see you again. I regret that I didn't asked you to stay with me.
In my last day of work, I didn't wanted to say goodbye, I didn't wanted to be alone.
But pride stopped me for just asking, if you could stay a little longer.
Just to say goodbye a little later, just to...  Be with you a little more.


terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Ano Novo!

Feliz Ano Novo!
Tem gente que coloca planos, tem gente que faz retrospectiva do ultimo ano, tem gente que reclama. (pra tudo tem gente que reclama =P )
Eu vou fazer diferente, vou fazer uma retrospectiva de anos novos. De viradas de ano, na verdade.

Quando eu era pequena, eu passava em casa, em família, e tinha lentilha no jantar e fogos de artificio na rua. E também pela TV.
Aí meus pais se separaram, e o ano novo ficou pra minha mãe, e o natal pro meu pai. Passei o seguinte na praia, com minhas primas. O outro também. Acho que foram 3, mas não tenho certeza.
Depois veio a época da fuvest, e voltar pra segunda fase no dia 1, porque sua prova é dia 2, não é uma boa....
Então aproveitei pra chamar umas amigas, e ficar em casa. Sem lentilhas, mas com fogos na rua e ver o nascer do primeiro sol do ano! Ou seria ver o primeiro nascer do sol do ano? Enfim.
Mais um ano, de cursinho e fuvest de novo, repetir a dose de boas amizades em cima da pedra.
Ano seguinte, ora essa, eu tinha um namorado. Passei o ano novo com a família dele, e desculpa dizer assim, foi uma bomba! Com muita coisa que eu não gosto, incluindo churrasco e a bateria do vizinho. E as reclamações.
Me livrei dele, e tinha tantos planos com meus amigos, que perdi a conta. Na rua, na balada, na casa de conhecidos ou de meio conhecidos. Fora família, sempre. Mas, fiquei doente e passei a virada na cama.

E tudo mudou de novo pro ano seguinte. Essa virada do ano, começo de 2013, passei longe de todos novamente, sem amigos por perto. E foi o mais perfeito, ouvindo muito rock! Em um show que teve meia hora só de beatles, e várias horas com todo o resto do bom e velho som de rock, depois de trabalhar o dia todo. Amei!!

Um Feliz Ano Novo, que seja tão bom quanto a sua primeira madrugada!