tantos começos possíveis. E nenhum que me parece bom.
Peguei a cane(c/t)a com a ideia de (des)afogar tudo. Mas o que é tudo? Já não sei.
Só sei que sinto, e muito junto, e tudo tanta coisa.
Sem ela lá, rompe-se o ultimo elo com o passado. O começo, em março, de
pessoas que não sabiam exatamente onde estavam indo, mas pelo menos
estavam caminhando, e juntas.
Já não vejo nenhum nome de antigamente. Me pergunto o que restou de mim.
Também vejo a minha frente uma encruzilhada. De certa forma, eu que irei escolher. Mas o golpe final cabe ao destino.
De um lado, a promessa do sumiço que acalma as dores, a distância que
nos protege de abrir muito as feridas. E eu tenho sentido em mim essas
feridas. Por outro, uma nova luta, um novo futuro totalmente incerto. O
que irá acontecer nele? Não dependerá mais de mim.
Eu não sei o que quero, se te quero ou só o que você representa pra mim.
Mas ainda queria saber, participar. O que somente seria danoso.....
Não sei, nunca soube, o que estou fazendo. Nem me iludi achando que sabia.
Não entendo, por que esse cansaço? Não faço nada, não ando, não penso,
durmo muito, e o cansaço e o sono continuam aqui. De onde veio? Por que
não melhora?
Faz um ano que algo quebrou, e eu nem sei o que é pra conseguir consertar.
Mas, com certeza, a razão se encontra na viagem. Uma pessoa planejou ir. E outra voltou.
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